Sobre

Tecnologia brasileira contra deepfakes

O Deepfake Brasil foi criado para tornar tecnologias de verificação de conteúdo digital acessíveis a qualquer pessoa — sem cadastro e sem conhecimento técnico.

Com imagens, vídeos e vozes sintéticas cada vez mais presentes no ambiente digital, verificar a autenticidade de um conteúdo se tornou uma nova camada da confiança online. Para quem recebeu algo no WhatsApp, para jornalistas, creators, empresas, pesquisadores e instituições.

Verifique antes
de acreditar

Compromissos

Uma ferramenta de utilidade pública

  • 01

    Gratuito

    Qualquer pessoa pode analisar vídeos, imagens e áudios sem custo e sem criar conta.

  • 02

    Arquivo excluído

    O arquivo enviado é usado só para a análise e apagado assim que ela termina. Não é usado para treinar modelos.

  • 03

    Sem alarmismo

    O resultado mostra probabilidades, confiança e sinais identificados — não vereditos absolutos.

  • 04

    Feito no Brasil

    Tecnologia desenvolvida no Brasil pela Ermis.

Pesquisa

Ciência brasileira sobre deepfakes

A tecnologia por trás do Deepfake Brasil vem de pesquisa feita no Brasil, por pesquisadores da Ermis, da Universidade Federal de Goiás (UFG) e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

Artigo · 2026Workshop Trustworthy AI for GoodarXiv:2607.28770

Cloned Voices, Real Consequences: Evaluating Bias in Political Deepfake Detection for Electoral Integrity in Brazil

Lucas Rafael Gris, Daniel Casanova, Frederico Santos de Oliveira, Alef Iury Ferreira, Beatriz Almeida Felício, Raul César Reis Mata e Anderson da Silva Soares

UFG · UTFPR · Ermis

O artigo apresenta o ParlaSpoof-BR, o primeiro benchmark público de deepfakes de áudio em português brasileiro voltado a discursos políticos. Ele foi construído a partir de gravações da Câmara dos Deputados: vozes de 40 parlamentares (20 homens e 20 mulheres, das cinco regiões do país) e versões sintéticas geradas por 5 modelos de síntese de voz e 5 de conversão de voz.

O estudo também testa manipulações parciais, em que só um trecho da fala é regenerado — como trocar “crise econômica” por “prosperidade econômica” —, além de ruído de fundo e compressão de áudio.

A conclusão: detectores de ponta não estão preparados para o português brasileiro. O que mais pesa na detecção é o método do ataque — o modelo de síntese usado e o tamanho do trecho manipulado —, e não o gênero ou a região de quem fala.

Ataque guiado por LLMAntônimo

… crise prosperidade econômica …

Só o trecho destacado foi regenerado Manipulação parcial
139.200
amostras de áudio no ParlaSpoof-BR
33,8%
EER do melhor detector avaliado (DF-Arena-1B)
9,5%
dos ataques guiados por LLM foram detectados por esse mesmo modelo
94,8%
de falsos positivos em áudios reais depois da conversão para OGG, formato comum em mensagens de voz

EER (taxa de erro igual) é o ponto em que a taxa de falsos positivos e a de falsos negativos se igualam: quanto menor, melhor. Um detector que chuta ao acaso fica perto de 50%.

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Ermis

O Deepfake Brasil utiliza tecnologia desenvolvida pela Ermis.

A Ermis desenvolve soluções brasileiras de inteligência artificial aplicadas a áudio, voz, mídia e autenticidade digital.

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